terça-feira, 23 de agosto de 2016

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Setor de assistência técnica cresce na crise


Enquanto o varejo despenca, setor de assistência técnica vive seus melhores dias.
São como dois pratos da balança. Se de um lado as vendas de eletroeletrônicos estão em queda livre, empresas de assistência técnica e consertos estão num céu de brigadeiro.

A venda do comércio varejista goiano recuou 7,6% no mês de fevereiro se comparado ao mesmo período de 2015, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Só os setores de informática e comunicação e móveis e eletrodoméstico caíram 33,8% e 9,3%, respectivamente. Em contrapartida, no setor de serviços, o crescimento foi de 6,2%.

Levantamento feito pelo O Popular revelou que incremento nas empresas de assistência técnica e de consertos chegou à casa dos 70%, dependendo do segmento, como o de computadores, smartphones, notebooks, tablets, modens e roteadores.

Esses eletrônicos registraram queda nas vendas nos primeiros meses do ano em razão da alta do dólar e da retomada, após dez anos de isenção, do pagamento da alíquota cheia de PIS e Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) desde dezembro de 2015.

O proprietário da Pró Celular, Rilei Cunha dos Santos, calcula que a demanda por consertos cresceu 70% de janeiro para cá. “Quando o dólar sobe é natural que as pessoas parem de comprar e venham arrumar os celulares”, diz. Oito de cada dez clientes buscam a troca de cristal de tela. “Um celular S6, por exemplo, custa R$ 2,3 mil, mas a troca da tela fica por R$ 1,1 mil”, explica.

No setor de eletrodoméstico, o proprietário da Brascônsul, Valdetino Mateus Barbosa, não tem do que reclamar. Embora não saiba estimar o aumento do volume, garante que está com mais serviço para fazer nos últimos meses.

Ele conta que cobra R$ 100 pela mão de obra, mais o valor da peça. Diz que o que pode ocorrer de mais grave é a troca de um motor de um refrigerador, reparo que pode custar até R$ 600 para o cliente. Mas, em média, os valores dos consertos não ultrapassam R$ 150. “O povo largou um pouco de comprar e está arrumando o que tem em casa”, diz.

Trabalhando no ramo há 35 anos, Valdetino diz se lembrar só de um momento em que o negócio estremeceu, há 10 anos. “Chegaram novos modelos e as pessoas foram substituindo as geladeiras velhas, que consumiam muito energia, pelas novas”, relembra.

Conserto de panela na era do descarte

A proprietária da Sala 19, Inaiara Lopes Oliveira, diz que, por dia, passam pelas mãos de seus funcionários cerca de 20 panelas de pressão. Os consertos mais comuns estão relacionamentos a troca de cabos, borrachas e válvulas. Em média, cada reparo sai por R$ 12 e R$ 15. “Em geral compensa, não fica um terço do preço de uma nova”, diz. Há casos em que pesa o apego emocional ao objeto. “Alguns são presentes de casamento de familiares que a pessoa sente gratidão e acaba arrumando mesmo quando não compensa”, diz.

As duas unidades do Pimenta´s Restaurante fazem as contas na ponta do lápis e garantem que economizam, e muito, fazendo os reparos das panelas de pressão da empresa. Segundo os proprietários Danilo Pimenta e Fábio Evangelista, uma panela de pressão grande custa cerca de R$ 600 e os consertos não passam de R$ 60. “Tem panelas aqui com 15 anos de idade e, anualmente, são levadas para o conserto até por questão de segurança”, explicam.



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